Estoril Open NotÃcias e Eventos 2007

Nikolay Davydenko
© Getty Images
Agendada entre 28 de Abril e 6 de Maio (fase de qualificação nos dias 28 e 29 de Abril), a 18ª edição do maior evento tenístico português apresenta o melhor naipe de promessas masculinas e femininas jamais reunido num torneio misto regular do circuito profissional – e vai estrear um novo programa para fãs implementado pelo ATP.
Se a maioridade civil surge aos 18 anos, a 18ª edição do Estoril Open ficará indelevelmente marcada por um numeroso lote de 16 jovens campeões, entre 16 e 20 anos, que virá até ao Jamor dar provas da sua maturidade competitiva. As duas tabelas de inscritos com acesso directo são uma autêntica fonte de juventude que, aliada à presença de jogadores mais experientes e credenciados, promete uma mistura explosiva para o Jamor.
Dois jogadores no top 5 mundial, três no top 7 e quatro no top 11 atestam bem a qualidade da grelha masculina, com os dois meninos-prodígio mais em forma do momento (Novak Djokovic e Andy Murray) a juntarem-se aos ‘estabelecidos’ Nikolay Davydenko e Fernando González.
A grelha feminina também apresenta essa mescla entre campeãs emergentes e campeãs experientes, pelo que a vertente desportiva do torneio se afigura especialmente aliciante – enquanto a João Lagos Sports prossegue os preparativos para cimentar a reputação do torneio como incontornável acontecimento nacional, graças a um cada vez maior leque de ofertas na vertente do entretenimento.
«O elenco da edição deste ano do Estoril Open apresenta a raridade à escala planetária de juntar, ao mesmo tempo num evento desta categoria, todas as grandes promessas do ténis mundial – incluindo jogadores com temperamento e potencial para serem campeões de títulos do Grand Slam e mesmo futuros líderes do ranking, como os jovens Novak Djokovic e Andy Murray», afirma João Lagos, director do maior evento tenístico português.
«Djokovic já está bem dentro do top 10 graças a um triunfo autoritário em Miami e Murray para lá caminha. Eles têm proporcionado uma autêntica lufada de ar fresco face à hegemonia de Roger Federer e Rafael Nadal nos últimos anos, pelo que assistiremos no Jamor a uma ante-estreia do topo do ranking nos tempos mais próximos, tanto mais que contaremos com muitos outros elementos de destaque da nova geração, desde o Richard Gasquet e o Gael Monfils até à Viktoria Azarenka e à Caroline Wozniacki no sector feminino».
A lista de vedetas até aos 20 anos é de luxo: Novak Djokovic, Andy Murray, Richard Gasquet, Gael Monfils, Juan Martin del Potro, Evgeny Korolev, Sam Querrey, Lucie Safarova, Maria Kirilenko, Olga Poutchkova, Aravane Rezai, Viktoria Azarenka, Jamea Jackson, Anastasiya Yakimova, Ivana Lisjak e Caroline Wozniacki.
Torneio misto entre elite exclusiva
Numa altura em que os responsáveis do circuito ATP e do WTA Tour tentam conjugar calendários para oferecer futuramente ao público o maior número de torneios mistos, o Estoril Open vai para a sua 10ª edição, enquanto evento combinado. O torneio masculino arrancou em 1990, juntando-se-lhe posteriormente uma prova feminina que transformou o Estoril Open na única competição mista da tradicional temporada europeia em terra batida que conduz a Roland Garros.
Desde 1998 que os portugueses se habituaram a ver em simultâneo no Jamor alguns dos melhores intérpretes mundiais tanto do circuito masculino como do feminino. Este ano, a competição masculina está dotada de 531.250 euros, enquanto a prova feminina oferece 140 mil dólares. O valor dos prémios monetários oficiais atinge os 640 mil euros, e o carácter misto do Estoril Open coloca o evento português numa elite muito restrita à escala planetária.
A congregação de provas pontuáveis para as classificações oficiais do ATP e do WTA Tour, no mesmo local e ao mesmo tempo, é um teste à capacidade organizativa da João Lagos Sports e coloca o torneio luso num patamar restrito do qual fazem parte apenas mais 13 eventos de elite: os quatro gigantes do Grand Slam (Open da Austrália, Roland Garros, Wimbledon e Open dos Estados Unidos), os megatorneios de Indian Wells e Miami, e ainda Sydney, Memphis, Acapulco, s’-Hertogenbosch, New Haven, Tóquio e Moscovo.
Novak Djokovic: o talento iconoclasta
A grande novidade do elenco masculino é o sérvio Novak Djokovic, que no passado domingo se tornou no mais jovem (19 anos) vencedor de sempre do relevante Masters Series de Miami e que tem prosseguido uma impressionante escalada rumo ao topo, desde que se estreou precocemente no circuito profissional com a idade de somente 16 anos.
Em 2005, com apenas 17 anos, atingiu os dezasseizavos-de-final de Wimbledon e do US Open; o ano passado fez melhor em torneios do Grand Slam, com uma presença nos quartos-de-final de Roland Garros e oitavos-de-final de Wimbledon.
O estilo completo, o modo pragmático como gere os momentos importantes em cada encontro e os excelentes resultados em todas as superfícies e face a todo o tipo de adversários atestam bem o seu perfil de futuro número um mundial. Depois de ganhar os títulos de Amersfort (terra batida) e Metz (indoor), em 2006, este ano já ergueu os troféus de Adelaide (rebound ace) e do Masters Series de Miami (hardcourts) – para além de ter chegado à final do Masters Series de Indian Wells, meias-finais de Roterdão, quartos-de-final no Dubai e oitavos-de-final no Open da Austrália.
A par do seu evidente talento, foi o modo destemido e quase insolente em que se referiu no passado aos ‘intocáveis’, Roger Federer e Rafael Nadal, que o colocou em foco na imprensa mundial: o jovem iconoclasta não tem medo dos ídolos. Face ao suíço número um mundial, várias vezes referiu publicamente que lhe ia ganhar – apresentando depois a justificação de que não pode glorificar e prestar vassalagem a um adversário, como têm feito os outros jogadores do circuito relativamente a Federer.
No que diz respeito a Nadal, criou celeuma ao dizer que estava a dominar o embate de Roland Garros na altura da desistência (perdia por dois sets a zero!), mas tinha razão em sentir que podia bater o espanhol: após perder a final de Indian Wells, ganhou-lhe nos quartos-de-final de Miami.
A final de Indian Wells e o título de Miami fazem dele actualmente o jogador em melhor forma do planeta. Para mais, é carismático: sabe interagir com o público e é divertido nas conferências de imprensa. Nasceu uma nova estrela no circuito profissional masculino, depois de ter ultrapassado momentos traumáticos ao jogar ténis no intervalo dos bombardeamentos da NATO durante a guerra dos Balcãs.
É treinado pelo checo Marian Vajda, que em 1991 impediu Nuno Marques de atingir os quartos-de-final do Estoril Open ao beneficiar de uma interrupção devido à chuva para dar a volta ao resultado do segundo set e acabar por bater o portuense pelos parciais 4-6, 7-5 e 6-3.
Andy Murray: o Messias Britânico
A par de Novak Djokovic, o outro miúdo que tem reunido excelentes resultados nas últimas semanas é o seu amigo escocês Andy Murray, igualmente de 19 anos, que atingiu meias-finais consecutivas em Indian Wells e Miami, depois de ter revalidado o título no evento californiano de San Jose.
Integra a nova geração que promete dominar o circuito masculino num futuro próximo, mas o seu destino poderia ter ficado fatalmente traçado numa tragédia ocorrida na localidade escocesa de Dunblanem, há uma década (13 de Março de 1996): Thomas Hamilton, o director do centro de juventude local que padecia de problemas psicológicos, entrou na escola de Andy e desatou aos tiros, matando 16 alunos e uma professora.
O jovem escocês escapou porque chegava atrasado ao ginásio onde o tiroteio começou e escondeu-se debaixo de uma secretária; conseguiu ultrapassar o trauma do ‘Massacre de Dunblane’, apostou na sua carreira tenística, foi para Espanha aos 15 anos para desenvolver o seu jogo e sagrou-se campeão júnior do US Open em 2004.
Em 2005 já terminou bem dentro do top 100 profissional; em 2006 ganhou o primeiro título ATP e começou a coleccionar escalpes de adversários famosos, tornando-se no único jogador a bater Roger Federer, para além de Rafael Nadal. Treinado pelo mediático americano ex-número quatro mundial Brad Gilbert (que levou Andre Agassi e Andy Roddick ao topo do ranking), o longilíneo escocês é dotado de uma grande clarividência táctica e um estilo de jogo extremamente versátil, que lhe permitem excelentes prestações em qualquer tipo de piso. E é a grande esperança para dar aos britânicos o primeiro título de Wimbledon desde Fred Perry em... 1936.
Fernando ‘Speedy’ González
Fernando González tem sido um dos jogadores do circuito com melhores resultados nos últimos meses e, após atingir três finais consecutivas no passado Outono, comprovou no Open da Austrália toda a extensão dos seus progressos técnico-tácticos: depois de ter afastado categorizados opositores como Lleyton Hewitt e James Blake, graças à sua asfixiante potência de jogo, arrasou o número dois mundial Rafael Nadal e qualificou-se para a final depois de bater o alemão Tommy Haas. E chegou a dispôr de dois set-points no primeiro set da cimeira face a Roger Federer em Melbourne Park.
Desde cedo que o ténis portentoso de Fernando González lhe permitiu dar nas vistas: ganhou o título júnior de Roland Garros em 1998 e rapidamente foi subindo na hierarquia profissional, mas o seu temperamento intempestivo fê-lo estagnar às portas do top 10 mundial: dotado de uma potência extrema, normalmente optava por uma táctica de ‘fuga para a frente’, que na maior parte das vezes lhe era fatal. A associação ao credenciado técnico americano Larry Stefanki, na primavera passada, permitiu-lhe evoluir tacticamente e passar a utilizar cada vez melhor o seu impressionante poder de fogo.
Conhecido no circuito por ‘Speedy González’, ‘Red Hot Chile Pepper’, ‘Mano de Piedra’ ou ‘Bombardero de La Reina’, devido ao seu ténis portentoso, mas também pelos diminutivos ‘Feña’ e ‘Gonzo’, o chileno conta com sete títulos ATP no seu palmarés e presenças nas fases adiantadas de torneios nos vários tipos de superfície; ganhou a medalha de ouro de pares e a medalha de bronze de singulares nos Jogos Olímpicos de Atenas, tendo também participado na equipa que ganhou a Taça do Mundo das Nações em 2003 – os feitos em prol do país valeram-lhe o Galardão Nacional Desportivo, entregue em mão pelo presidente chileno.
Davydenko lidera esquadrão russo
Quanto a Nikolay Davydenko, campeão do Estoril Open em 2003 e finalista na edição transacta, há já vários anos que é um valor seguro do circuito profissional masculino, em qualquer tipo de superfície. Este ano já alinhou semifinais em Doha e Roterdão, atingindo os quartos-de-final do Open da Austrália.
Nas épocas anteriores, Nikolay Davydenko forjou uma sólida carreira alicerçada em dez títulos individuais (Adelaide/2003, Estoril Open/2003, Munique/2004, Moscovo/2004, St. Poelten/2005; Portschach, Sopot, New Haven, Moscovo e Masters Series de Paris em 2006) e um título colectivo graças ao triunfo na Taça Davis de 2006.
Davydenko virá até ao Jamor acompanhado por um impressionante lote de cossacos que o acompanhou na conquista da Taça Davis: o talentoso Dmitry Tursunov, dotado de um estilo agressivo e espectacular, tanto no court como na pluma (o seu impagável blog do Estoril Open em 2006 catapultou-o para a fama mundial e é actualmente o bloguista residente do site atptennis.com!); o herói Igor Andreev, que foi o último jogador do planeta a derrotar Rafael Nadal em terra batida (Valência, 2005) e que em Fevereiro permitiu ao seu país continuar na senda da defesa da Taça Davis ao ir até ao Chile ganhar os seus dois encontros de singulares; o jovem Evgeny Korolev, primo de Anna Kournikova e responsável pela queda do polémico sistema ‘round robin’, na sequência do seu apuramento para os quartos-de-final de Las Vegas (em detrimento de James Blake); e o impetuoso Teimuraz Gabashvili, de cognome ‘Tsunami’. O espectacular bielorusso Max ‘A Besta’ Mirnyi também integra o grupo de ex-soviéticos.
Mosqueteiros Franceses
Após a Rússia, a França é o país mais destacado na lista masculina de inscritos, graças a quatro jogadores com legítimas aspirações. Dos quatro mosqueteiros, os ex-campeões mundiais de juniores, Richard Gasquet e Gael Monfils, são os que mais se destacam pelo seu estilo espectacular – Gasquet mais pelo virtuosismo técnico que já lhe valeu o epíteto de ‘Baby Federer’ e inúmeros recordes de precocidade, Monfils pelas impressionantes acrobacias físicas no court que lhe valeram a alcunha de ‘Homem-Elástico’.
Paul-Henri Mathieu e Florent Serra, que também contam com títulos ATP no respectivo currículo, completam o quarteto de mosqueteiros franceses.
Os outros e as novidades
A 18ª edição do Estoril Open afigura-se extremamente variada e o contingente hispano-americano tem ainda por destaques quatro argentinos – o jovem gigante Juan Martin del Potro, o veterano Agustin Calleri (finalista do Estoril Open em 2003), Juan Monaco (recente vencedor em Buenos Aires) e Sergio Roitman –, os espanhóis Guillermo Garcia-Lopez (semifinalista do Estoril Open em 2005) e Ruben Ramirez-Hidalgo, e o peruano Luis Horna (já ganhou este ano em Viña del Mar).
Para além dos participantes mencionados, estão também na lista de entradas directas, o melhor jovem norte-americano, Sam Querrey, de 19 anos, acompanhado pelo compatriota Michael Russell, que chegou a dispor de match-points em Roland Garros perante Gustavo Kuerten (no famoso encontro de 2001 em que o brasileiro desenhou um coração no court central).
Charme no topo da lista feminina
O elenco feminino, liderado pela francesa Marion Bartoli (que tem a particularidade de bater esquerdas e direitas a duas mãos!), também é muito variado e tem como principais vedetas duas jogadoras de Leste: a checa Lucie Safarova e a russa Maria Kirilenko.
A sorridente Lucie Safarova, agora com 20 anos, viveu dias inolvidáveis no Jamor quando era apenas a 155º do ranking.
Devido à indisponibilidade de algumas das vedetas da edição transacta do torneio, foi recrutada para marcar presença no sorteio do quadro principal de 2005 – e esse acaso não poderia ter sido de melhor augúrio: não só ultrapassou o qualifying (escapando milagrosamente à derrota na ronda de qualificação), como foi avançando paulatinamente no quadro principal com vários triunfos em três sets (salvou quatro match-points face a Michaella Krajicek) até à vitória final, concretizada ao cabo de uma intensa cimeira face à chinesa Na Li.
Depois arrecadou mais três títulos do WTA Tour, mas inúmeras lesões afastaram-na do circuito e impediram-na de defender o troféu do Estoril Open em 2006. Regressou em força na presente temporada, derrotando a então número um mundial, Amélie Mauresmo, a caminho dos quartos-de-final do Open da Austrália e batendo Nicole Vaidisova, Svetlana Kuznetsova e Justine Hénin no trajecto até à final do Open de Paris.
A escultural Maria Kirilenko, que em 2003 beneficiou de um wild card de João Lagos para fazer no Jamor a sua estreia directa no quadro principal de um torneio do WTA Tour, também está de regresso com um novo estatuto: não só é uma das melhores jogadoras mundiais graças a um estilo completo e atraente, como também é considerada a verdadeira manequim do circuito – até é a única jogadora a envergar uma linha especificamente concebida para ela pela famosa estilista Stella McCartney (filha do ‘beatle’ Paul McCartney).
A italiana Flavia Pennetta e a argentina Gisela Dulko, outras esbeltas habitués do Estoril Open, também são figuras de proa numa lista feminina muito variada e cheia de juventude, que inclui a ‘original’ francesa de origem iraniana Aravane Rezai e a bielorussa ex-campeã mundial de juniores, Viktoria Azarenka, treinada pelo jovem técnico luso António Van Grichen e que recentemente se sagrou vice-campeã de pares mistos do Open da Austrália ao lado do seu compatriota Max Mirnyi.
Wild cards e portugueses
Sem ranking suficiente para acederem directamente aos quadros principais, os tenistas portugueses têm a participação no maior evento tenístico luso condicionada à atribuição de wild cards (convites) ou a uma eventual entrada através dos quatro lugares em aberto na fase de qualificação. Esses convites constituem prerrogativa do director do torneio e podem ser atribuídos à ‘prata da casa’, a jogadores sem classificação para aceder directamente às melhores grelhas ou a jogadores de destaque que não se inscreveram atempadamente.
Este ano não haverá o torneio de pré-qualificação (o Troféu RTP, que atribuía wild cards para o quadro principal e qualifying), pelo que qualquer convite endereçado aos tenistas portugueses será posteriormente endossado por João Lagos mediante avaliação da forma de cada candidato.
Estreia do novo programa de adeptos
O Estoril Open foi o torneio escolhido como ‘Test Case’ pelo ATP para estrear o novo programa de interactividade com os adeptos idealizado pelos criativos da empresa britânica ‘Mice’, que constituirá uma das grandes novidades do torneio em 2007.
O objectivo consiste, não só em apresentar novas soluções de divertimento ao público, como também aperfeiçoar significativamente o conceito do Fan Fest e implementar um ambiente ainda mais dinâmico no Jamor.
Arranque ao domingo mas sem round robin
João Lagos anunciou no início de Março que a 18ª edição do Estoril Open iria jogar-se no tradicional sistema de eliminação directa – renunciando ao sistema ‘round robin’ (fase de grupos) – e que essa decisão não teria qualquer influência no arranque do quadro principal, que pela primeira vez se começa a jogar num domingo.
O Estoril Open estava inicialmente integrado no lote dos 11 torneios do calendário oficial do ATP que em 2007 seriam parcialmente jogados no sistema round robin. No entanto, após atenta análise ao que se passou nos cinco primeiros torneios e consequente reacção dos próprios jogadores, adeptos, imprensa e organizadores, João Lagos ‘chumbou’ a ideia e solicitou ao ATP o regresso ao sistema de eliminação directa – e o ATP acatou esse seu desejo, mesmo antes da reunião do Conselho de Administração que a entidade que rege os destinos do ténis profissional masculino promoveu, a 22 de Março, e que determinou a abolição do formato.
Ênfase na família e acessos gratuitos
Recheada de vedetas masculinas e femininas, a 18ª edição do Estoril Open dedicará especial atenção aos adeptos que se deslocarão ao Jamor.
O Estoril Open nasceu e cresceu com um espírito de relações fortes entre todos os seus parceiros – o público, os patrocinadores, os fornecedores e os media, ajudaram a fazer do evento o acontecimento de destaque que é hoje em dia. É novamente a pensar nos aficionados e nas suas famílias que a João Lagos Sports vai ‘amadurecer’ as novidades implementadas o ano passado no Complexo de Ténis do Estádio Nacional, incluindo a área dedicada ao público baptizada ‘Break Point’, que inclui uma praceta/esplanada contígua ao court central que aglomera toda a zona de merchandising e restauração (uma nova oferta gastronómica com restaurantes de referência) e que contempla ainda um palco de espectáculos e écrã gigante; para além disso existirão diversas áreas de divertimento para os mais jovens no âmbito do novo programa experimental do ATP.
Também as benesses relativamente à acessibilidade se mantêm: haverá entradas gratuitas para os jovens com idade inferior a 14 anos, para os seniores com idades superiores a 65 anos e para todos a partir das 18 horas (embora sem acesso ao court principal)! O bilhete jovem a 3 euros, com acesso condicionado ao court central para jovens de 14 a 18 anos, também é extremamente atractivo, tal como as linhas gratuitas de transportes Vimeca até ao Jamor.
Sponsors Lounge
Também a vertente de relações públicas continuará a ser um dos pólos de interesse do torneio, com o Sponsors Village a manter-se como destino obrigatório para todos aqueles que se habituaram a vivencia o Estoril Open como um acontecimento incontornável.
Mantém-se a nova localização do Sponsors Village, estreada em 2005 (do outro lado da ribeira do Jamor) e o respectivo restaurante disposto em volta de um grande pátio central desde o ano passado. A área dedicada aos patrocinadores e seus convidados voltará a fervilhar com múltiplas actividades que decorrerão ao longo da semana e voltará a haver em cada jornada um Sponsor’s Day (dedicado a cada um dos sete maiores patrocinadores do torneio).
Novo logótipo e campanha televisiva
Uma das novidades do Estoril Open em 2007 é a actualização do já célebre logótipo idealizado pela credenciada artista plástica portuguesa, Maluda, para a primeira edição. A bonita bola de ténis estilizada perdurou até 2006, só que – apesar da beleza – sempre foi algo difícil utilizar o logótipo original no mais diverso tipo de aplicações.
Foi então que a agência MSTF Partners apresentou uma sugestão em que o logótipo, adoptando um ‘lettering’ estilizado e ligeiramente diferente, surgia incluído numa circunferência – acompanhado da menção ‘Portugal’.
Outra iniciativa inédita para 2007 prendeu-se com a gravação de um anúncio televisivo original – um spot radical cheio de adrenalina e muito apelativo para o público jovem, em que dois protagonistas de um duelo de ténis urbano não estão equipados nem sequer usam raquetas ou bola.
A história começa quando um jovem (interpretado por Diogo Santos) vai na rua e fica com vontade de jogar ténis; esboça uma sequência de gestos e, quando dá por si, tem pela frente um rival (Pedro Jesus) que lhe ‘devolve’ a bola. Embrenham-se então numa luta sem tréguas, uma imaginária troca de bolas de alta intensidade que os leva a correr de um lado ao outro da Rua Braancamp, batendo esquerdas e direitas com grande violência, atropelando transeuntes e chocando contra automóveis e autocarros, enquanto ‘espectadores’ se vão juntando e vibrando cada vez mais com a ‘jogada’... até que uma bola sai demasiado alto em direcção a outra rua e toda a gente corre atrás dela.
A não perder, de 28 de Abril a 6 de Maio!


Notícias 2008





"Rei" Federer coroado no Jamor