Estoril Open NotÃcias e Eventos 2003

Mansour Bahrami
© João Lagos Sports
O Centralito encheu-se hoje de público para testemunhar o encontro de exibição que colocou frente-a-frente o malabarista Mansour Bahrami e o agora treinador português Nuno Marques. Num embate que serviu essencialmente para entreter os espectadores que hoje se deslocaram ao Estádio Nacional, a vitória 'simbólica' acabou por sorrir ao jogador da casa com um duplo 6-3.
No final ambos se mostraram satisfeitos pelo espectáculo proporcionado, embora Nuno Marques tenha revelado pouco à vontade para este tipo de encontros: "Estava um pouco nervoso no início, mas depois acabou por ser bastante divertido. O Mansour põe-nos à vontade e isso dá para experimentarmos algumas coisas diferentes que num encontro normal não seria possível".
Ainda assim, e agora que está mais virado para a sua nova carreira de treinador - onde tem em Hélder Lopes um dos seus 'pupilos' - Nuno Marques não se imagina "a fazer estas coisas daqui a 15 anos".
Do lado de Bahrami, a sua imagem de marca manteve-se na conferência de imprensa, onde reinou o bom humor. "A minha carreira aqui nos singulares acabou. Espero fazer muito nos pares ao lado do Nuno", confessou aquele que consegue segurar numa só mão oito bolas de ténis, e ainda atirar uma ao ar para servir, e que a partir de amanhã irá disputar a competição de pares, precisamente ao lado de Nuno Marques.
De Portugal, Mansour guarda na memória a sua visita "ao Algarve o ano passado, onde encontrei o João Zilhão, que me convidou para vir jogar o quadro principal de pares aqui no Estoril Open. Até agora estou a adorar, pois não jogava 'outdoor' desde Setembro do ano passado. Espero ficar até ao próximo domingo, pois quererá dizer que chegámos à final".
Mas como, perguntariam os mais curiosos? A explicação foi dada pelo próprio: "Se por acaso passarmos uma ronda, e nas outras que se seguirem os adversários forem desistindo com lesões, tudo pode acontecer".


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