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Gastão Elias
Gastão Elias
© JLS
Armada lusitana com altos e baixos

Aos 19 anos, João Sousa encontra-se a viver um autêntico sonho. Esta tarde, num Centralito perto da lotação esgotada o atleta vimaranense que está radicado há cerca de três anos e meio em Barcelona, venceu o quarto encontro consecutivo na 19ª edição. Vindo da fase de qualificação, Sousa estreou-se na melhor grelha de um evento ATP com um triunfo sobre Oliver Marach por 6-1 e 6-3. Tal como João, também o austríaco passou pelo qualifying, tendo acusado algum desgaste.

«Em certos momentos perdi um pouco a concentração mas felizmente consegui recuperar a tempo. Fiquei com a sensação de que ele poderia não estar nas melhores condições e isso talvez me tenha também afectado um pouco», começou por referir o actual 744º classificado do ranking ATP.

Sobre a passagem pelo mais importante torneio português, Sousa confirmou que continua «a viver um sonho e tudo está a ser fantástico». No entanto, continua ambicioso e espera «continuar a seguir em frente na prova», garantindo que irá dar sempre o seu melhor, se possível «com o apoio do público que tem sido muito simpático para mim».

Acontece é que no próximo embate quem mais estará desconfortável serão precisamente os espectadores. E porquê? Porque de um lado estará João Sousa e do outro, um senhor da casa, de seu nome Frederico Gil. «Por acaso nunca joguei com ele. Aqueci-o para um encontro da Taça Davis no Clube de Ténis do Estoril e pouco mais que isso. Mas tenho a certeza de que será um encontro muito difícil», avisou Sousa.

A fechar o lote de representantes lusos na segunda ronda do quadro principal do Estoril Open estará Rui Machado. O algarvio seria à partida aquele com a tarefa mais complicada na ronda inaugural, uma vez que lhe saiu em sorte o terceiro cabeça-de-série, Ivo Karlovic (18º ATP). Quis o destino, porém, que o croata sofresse de uma lesão no joelho direito, acabando por desistir quando o marcador registava vantagem de Rui Machado por 6-4 e 1-0.

«Estava plenamente mentalizado para as dificuldades que iria encontrar com o serviço dele, mas sinceramente acabou por ser mais do que estava à espera, talvez pela preparação um pouco mais especifica que tive ao nível da resposta ao serviço», explicou Machado, actualmente na 371ª posição da hierarquia mundial.

Na segunda ronda, Rui Machado irá agora defrontar o francês Florent Serra, que esta tarde levou a melhor sobre o italianao Gianluca Naso por 6-1 e 6-2 – numa jornada viu outros dois gauleses triunfar, na ocasião Thierry Ascione e Camile Pin (no quadro feminino).

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De regresso ao contingente lusitano, mas pela negativa, registou-se o desaire logo na jornada inaugural de Gastão Elias. O menino-prodígio ainda dispôs de oportunidades para fechar o segundo parcial, mas acabou por não ser feliz, perdendo frente a Michael Berrer por 6-4 e 7-5. «Mesmo perdendo estou contente com a minha exibição, pois tinha vindo de resultados e desempenhos menos conseguidos, como foi o caso da Taça Davis e outros torneios anteriores, e fiquei com a certeza de que posso atingir um nível mais elevado para encarar este tipo de torneios de outra forma».

Na despedida do Jamor, pelo menos no que à competição de singulares, Gastão Elias (613º ATP) foi agraciado com a Taça Dom Carlos 100 Anos, no âmbito da exposição que está patente no Sponsors Village do Estoril Open.

 
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